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Dilma volta a falar de falta de água e violência à mulher

Desabastecimento de água é um problema histórico em Duque de Caxias

Por Daniel Haidar, do Rio de Janeiro 22 out 2014, 19h02

Em mais uma agenda de campanha marcada por ataques ao adversário Aécio Neves (PSDB), a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) prometeu nesta quarta-feira, em Duque de Caxias (RJ), combater a violência contra a mulher e a falta de água na Baixada Fluminense. A promessa genérica de acabar com o desabastecimento de água, um problema histórico na região, ocorre na semana em que um dos focos da campanha negativa do PT é a crise hídrica em São Paulo.

“Não vão voltar o desemprego, os baixos salários e os juros. Quero assumir um compromisso com a Baixada: água aqui não vai faltar”, afirmou Dilma em discurso durante carreata em veículo aberto no centro da cidade. “Não vamos mais aceitar violência contra a mulher”, acrescentou.

Pouco antes de começar o percurso no carro, acompanhada de políticos do estado, Dilma falou aos jornalistas que vai criar a “Casa da Mulher”, um projeto para reunir órgãos do Judiciário, do Ministério Público e do Executivo dedicados ao combate à violência contra a mulher. Rouca, ela só quis responder a uma pergunta, em que aproveitou para atacar Aécio: “Não vamos deixar esse país voltar para trás”.

Enquanto Dilma circulava por pouco mais de um quarteirão, eleitores sofriam para se desvencilhar do tumulto no local . Seguranças fizeram um cordão de isolamento e trocaram a posição de grades, espalhadas pela rua, para controlar o fluxo de pessoas. Houve empurra-empurra e discussões exaltadas com seguranças da Presidência da República.

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