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CCJ da Alerj aprova parecer pela soltura de Picciani e mais dois

Quatro dos sete deputados da comissão aprovaram relatório do deputado Milton Rangel. Votação no plenário da Casa decidirá se peemedebistas serão soltos

Por Da redação Atualizado em 17 nov 2017, 15h59 - Publicado em 17 nov 2017, 15h35

A maioria da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta sexta-feira, relatório pela soltura dos deputados estaduais Jorge Picciani (PMDB), presidente da Alerj, Paulo Melo e Edson Albertassi, ambos também do PMDB. Os três peemedebistas se entregaram ontem à Polícia Federal, após o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) determinar que eles fossem detidos.

Quatro deputados votaram pela revogação das prisões de Picciani, Melo e Albertassi: Milton Rangel (DEM), relator da matéria, Gustavo Tutuca (PMDB), Rosenverg Reis (PMDB) e Chiquinho da Mangueira (Podemos). Os deputados Luiz Paulo (PSDB) e Carlos Minc (sem partido) votaram pela manutenção da decisão do TRF2 e Rafael Picciani (PMDB), filho de Jorge Picciani, se absteve.

O parecer de Milton Rangel, aprovado na CCJ, será agora encaminhado a votação no plenário da Alerj, onde já há quórum para que a sessão seja aberta. A partir de agora, dois deputados estaduais terão oito minutos cada para defender o relatório aprovado na CCJ e dois, o mesmo tempo para falar contra. Em seguida, os líderes dos partidos encaminharão os votos das bancadas e a votação será aberta. Caso a maioria simples dos parlamentares, ou seja, metade mais um, apoie o relatório de Rangel, os peemedebistas serão soltos.

Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi são alvos da Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato no Rio. O Ministério Público Federal suspeita que eles praticaram crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas no suposto recebimento de propinas de empresas de ônibus do Rio de Janeiro e de empreiteiras, como a Andrade Gutierrez e a Odebrecht.

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