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Batalha de quadrilhas: começa a dança do voto

No ensaio geral para as eleições, há populistas, neófitos, profissionais. Dos mais de vinte candidatos que já se apresentaram, a maioria ficará pelo caminho

Se a eleição fosse uma batalha de quadrilhas, os pré-­candidatos à Presidência da República não fariam feio. Há personagens que se encaixam perfeitamente no papel de noivo, de noiva, de padre, de delegado, de presidiário e, também, de figurantes. A três meses do pleito, essa abundância de postulantes ao Palácio do Planalto confunde a cabeça do eleitor. Encerrada a Copa do Mundo, começará a fase eliminatória da eleição de 2018. Pela lei, os partidos têm de realizar suas convenções e registrar seus candidatos até agosto. Apesar da proximidade desse prazo, quase tudo está indefinido. Não há alianças formadas nem vices escolhidos para as chapas consideradas favoritas. Até o número de candidatos continua uma incógnita. Pesquisas recentes testaram os nomes de vinte pretendentes ao cargo. Há de tudo no grupo: populistas, radicais, neófitos e veteranos em campanhas. Todos os candidatos dizem que manterão sua candidatura até o fim, e todos os eleitores sabem que isso não passa de conversa mole — seja por falta de competitividade, seja para evitar a vitória do campo adversário, seja pela própria sobrevivência política.

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