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A imprevisível corrida pelo Planalto: o jogo vai começar

Os partidos preparam seus candidatos e montam suas estratégias para aquela que tende a ser a eleição mais disputada desde a redemocratização

Por Daniel Pereira, Marcela Mattos Atualizado em 13 abr 2018, 17h35 - Publicado em 12 abr 2018, 21h16

Protagonista de todas as eleições desde a redemocratização, Lula está preso, enquadrado na Lei da Ficha Limpa e não disputará a próxima sucessão presidencial. Com o petista fora do páreo, políticos e analistas concordam que a campanha começará sob o signo da imprevisibilidade: sem favoritos, sem vagas cativas no segundo turno e sem definição sobre quais serão os candidatos e as coligações partidárias. São tantas as incertezas que o Datafolha, ao registrar sua mais recente pesquisa, informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que testaria duas dezenas de nomes em suas entrevistas. Parece um exagero, mas não é, já que o instituto não incluiu na lista os pré-­candidatos de partidos nanicos, como José Maria Eymael (PSDC), o “democrata-cristão”. Nesse cenário de dúvidas, uma certeza emerge com clareza: em meio a tantas candidaturas, vai se destacar do pelotão quem amealhar a maior parte do espólio eleitoral de Lula. Em janeiro, o petista liderava as pesquisas com cerca de 35%, porcentual que, nas duas últimas eleições, garantiria vaga no segundo turno. Mesmo no cárcere, Lula será decisivo em 2018.

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