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Regina Duarte no governo e a ideia de fatiamento no ministério da Justiça

Dora Kramer e Augusto Nunes comentam as mudanças que podem (ou não) acontecer nos setores da cultura e da segurança no governo Jair Bolsonaro

Por Da Redação - Atualizado em 24 jan 2020, 17h55 - Publicado em 24 jan 2020, 17h42

A revista VEJA desta semana apresenta os próximos capítulos da novela envolvendo a secretaria da Cultura. A atriz Regina Duarte pode assumir a bagunçada pasta com a missão de enfrentar os delírios ideológicos dos bolsonaristas e a desconfiança da classe artística.

Dora Kramer considera a ideia de indicar Regina Duarte para a secretaria da Cultura é esperta, já que a atriz, no mínimo, vai apaziguar os ânimos no setor, mesmo sofrendo com algumas críticas. A questão é que não há como ela ter garantias de que vai poder exercer um bom trabalho dentro deste governo. Como Jair Bolsonaro vai se comportar na primeira contrariedade que Regina Duarte vier a protagonizar?

Augusto Nunes avalia que o tempo pedido pela atriz é para ela ‘sentir a temperatura da água’. Para ele, Regina Duarte deixa claro que quer um canal direto com o presidente, afinal, ela vai comandar uma secretaria, que é subordinada a um ministério e a atriz quer ter certeza de que não terá esse tipo de obstáculo.

Os colunistas também comentam a possibilidade de fatiamento do ministério da Justiça, algo que Jair Bolsonaro já disse que tem ‘chance zero‘ de acontecer. Dora Kramer diz que a ideia era dar uma alfinetada de Bolsonaro no ministro Sergio Moro . Augusto Nunes afirma que é ‘uma ideia de jerico’ e um tiro no pé por parte do governo. Outro assunto abordado no programa foi o caso do juiz das garantias.

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