Group 21 Copy 4 Created with Sketch.

Voo MH370: operário de plataforma diz que viu avião pegando fogo sobre o mar

Neozelandês escreveu mensagem para autoridades do Vietnã alertando sobre suposto local da queda

Um funcionário que trabalha em uma plataforma de petróleo ao sudeste do Vietnã afirmou que acredita ter testemunhado a queda do avião da Malaysian Airlines que está desaparecido desde sábado. Cidadão neozelandês, Michael Jerome McKay enviou um e-mail com seu depoimento para autoridades de controle aéreo do Vietnã dizendo que viu um avião queimando numa “altitude alta”.

Leia também:

Há 35 anos, avião da Varig também sumiu sem deixar rastro

Satélite chinês capta imagens que podem ser do avião desaparecido

Malásia revela última mensagem emitida de avião desaparecido

Celulares de passageiros de avião desaparecido ainda tocam, dizem famílias

“Eu acredito ter visto o avião da Malaysian Airlines caindo. O timing está correto”, diz a mensagem, que detalha a posição da queda como sendo 300 quilômetros ao sudeste de Vung Tau, uma cidade do sul do Vietnã. Na mesma mensagem ele detalha coordenadas do local.

“Desde que vi o avião pegando fogo até que as chamas apagaram (ainda em grande altitude) demorou de 10 a 15 segundos. Ainda segundo McKay, o avião teria caído “em um só pedaço”, ou seja, não teria se desintegrado ou explodido.

Um jornalista da rede americana ABC publicou uma foto de uma versão impressa do e-mail, que foi divulgado nesta quarta-feira, e afirmou que as autoridades do Vietnã confirmaram o recebimento da mensagem. A empresa para o qual neozelandês trabalha, a Idemitsu Oil & Gas Co, também confirmou a identidade do funcionário e disse que recebeu o mesmo e-mail, segundo o jornalista.

Saiba mais:

Como um avião pode ter desaparecido?

As diferenças entre o avião desaparecido na Ásia e o acidente da Air France

O voo MH370 transportava 239 pessoas, sendo 227 passageiros, incluindo dois menores de idade, e doze tripulantes. Pessoas de várias nacionalidades estavam a bordo, a maioria chineses (154 pessoas), e também malaios, indonésios, australianos, franceses, americanos, canadenses, russos, ucranianos e iranianos – estes embarcaram com passaportes roubados.