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União Europeia abrirá delegação em Trípoli neste sábado

Por Da Redação 12 nov 2011, 06h07

Bruxelas, 12 nov (EFE).- A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, abrirá neste sábado em Trípoli uma delegação da União Europeia (UE) e se reunirá com o presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT) líbio, Mustafa Abdel Jalil, e com o recém-nomeado chefe de Governo, Abdel Raheem Elkib.

De acordo com Ashton, a abertura desta delegação ressalta o compromisso da UE com o povo líbio, tanto durante a transição política como em longo prazo.

‘Estou encantada por visitar Trípoli para expressar o apoio constante da UE aos esforços do povo líbio para construir uma nova Líbia baseada no Estado de Direito, na democracia e nos direitos humanos’, afirmou a diplomata em comunicado.

A alta representante da UE também se reunirá com o chefe da missão das Nações Unidas na Líbia, Ian Martin, e discursará no primeiro fórum sobre direitos da mulher na Líbia.

‘A UE já apoia à sociedade civil na Líbia, em particular às mulheres e à juventude, que têm um papel importante a desempenhar na configuração do futuro da Líbia’, acrescentou Ashton em sua nota.

A diplomata já abriu um escritório da UE em Benghazi no último dia 22 de maio e enviou uma equipe a Trípoli no dia 31 de agosto, depois que a capital foi libertada do regime do falecido coronel Muammar Kadafi, para preparar a abertura da delegação comunitária.

Desde o começo da crise, a UE proporcionou mais de 155 milhões de euros em ajuda humanitária à Líbia e mobilizou equipes de proteção civil e ativos para aliviar a difícil situação dos civis, tanto na Líbia como em suas fronteiras.

A Comissão Europeia, por outro lado, prevê conceder 30 milhões de euros para apoiar a estabilização imediata do CNT e outros 50 milhões para programas de apoio a longo prazo com base nas avaliações das necessidades que surgirão em breve.

A UE avaliará, além disso, questões como as comunicações, a sociedade civil, a gestão das fronteiras e a segurança, para o que já enviou especialistas nestes campos ao terreno. EFE

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