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UE e governo palestino temem por presos em greve de fome em Israel

A União Europeia e o governo palestino expressaram nesta terça-feira preocupação com o estado de saúde dos detidos palestinos em greve de fome em Israel, em alguns casos, há mais de dois meses.

“As missões da UE em Jerusalém e em Ramallah estão preocupadas com a deterioração do estado de saúde dos detidos palestinos em greve de fome há mais de dois meses. A UE pede ao governo de Israel que ponha a sua disposição toda a assistência médica necessária”, informaram essas missões em um comunicado.

O governo do primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, afirmou nesta terça-feira que “considera Israel plenamente responsável pela segurança dos prisioneiros em greve de fome”.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) tinha pedido nesta terça-feira a Israel que autorizasse a transferência a um hospital de seis prisioneiros palestinos que estão em greve de fome.

Há três semanas, cerca de 1.200 detidos se juntaram a esta greve de fome para pedir melhores condições na prisão. Atualmente, estima-se em 1.600 o número de presos envolvidos nesta greve.