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Turquia detém 8 pessoas por ataque em boate em Istambul

Atentado reivindicado pelo Estado Islâmico deixou 39 mortos e 69 feridos na capital turca

A polícia da Turquia prendeu nesta segunda-feira em Istambul oito pessoas por suspeita de envolvimento no ataque terrorista na boate Reina, no qual morreram 39 pessoas e 69 ficaram feridas, cuja autoria foi reivindicada pelo Estado Islâmico (EI), informam veículos de imprensa turcos.

Eles foram levados para o escritório antiterrorismo e estão sendo interrogados, informou a agência estatal Anadolu. O atirador, que escapou da cena do crime, não está entre eles.

Autoridades locais disseram ter identificado 38 das 39 vítimas até o momento. Sete deles seriam turcos, enquanto três eram sauditas, três libaneses e três iraquianos. Tunísia, Índia, Marrocos e Jordânia perderam dois cidadãos cada. Os demais eram do Kuwait, Canadá, Israel, Síria e Rússia.

Separadamente, o governo alemão afirmou que dois residentes no país teriam morrido no ataque, reivindicado pelo Estado Islâmico. Um deles teria dupla nacionalidade alemã e turca, enquanto o outro seria um turco.

“Que o governo apóstata da Turquia saiba que o sangue dos muçulmanos que está sendo derramado pelos bombardeios de seus aviões vai se transformar em fogo em sua própria casa”, diz o comunicado do grupo jihadista.

 

O ataque aconteceu por volta da 1h30 local de domingo (20h30 de Brasília do sábado) na famosa boate situada na margem europeia do estreito de Bósforo, onde centenas de pessoas festejavam a chegada do Ano Novo. Segundo o jornal turco “HaberTürk”, o terrorista descarregou 180 balas antes de abandonar sua arma no local e fugir.

A Turquia apoia as facções rebeldes na Síria e participa desde agosto, com carros de combate e aviões de guerra, de uma operação para combater o EI no norte do país vizinho.

(com Agência EFE e Estadão Conteúdo)

Comentários

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  1. César Augusto

    Países como a Alemanha de Merkel que se abriram para estupradores e assassinos agora lamentam que estupraram e mataram seus cidadãos. Qualquer sacrifício (dos outros) em nome do Politicamente Correto é válido para essa gente.

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