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Texas sofre inundações após passagem da tempestade Imelda

Chuvas intensas por três dias consecutivos ilham moradores em casas e veículos; pacientes de hospital são removidos

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 19h39 - Publicado em 19 set 2019, 17h13

Inundações repentinas atingiram o sudeste do Texas nesta quinta-feira, 19, durante as últimas chuvas da tempestade tropical Imelda. Segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC), o volume de chuva chegou a 89 centímetros em algumas áreas costeiras.

Três dias de chuvas na área de Houston prenderam motoristas em estradas alagadas, confinaram pessoas em suas casas e levaram à retirada de pacientes de um hospital, de acordo com a imprensa e autoridades locais.

Milhões de pessoas em Houston e nas proximidades do oeste do estado de Louisiana permaneceram sob o alerta de enchentes repentinas nesta quinta-feira, quando o Serviço Nacional de Meteorologia previu uma precipitação final de 10 a 25 centímetros antes da tempestade enfraquecer.

Algumas áreas sofreram as piores inundações desde que o furacão Harvey alagou Houston há dois anos, matando mais de 60 pessoas. Houston parece ter sido poupada dos piores impactos da Imelda nesta semana, embora algumas vias da cidade tenham ficado alagadas na quarta-feira.

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A pequena cidade de Winnie, a 97 quilômetros a leste de Houston, foi atingida pela tempestade na manhã desta quinta-feira. As autoridades retiraram as pessoas do Hospital Riceland e tentaram resgatar outras pessoas ilhadas em seus veículos, depois que algumas vias se transformaram em verdadeiros lagos.

“A comunidade de Winnie está sendo devastada pelo aumento do volume de água”, disse o Gabinete do Xerife do Condado de Chambers em comunicado, informando aos moradores que a Cruz Vermelha havia disponibilizado um abrigo e que as equipes de emergência estavam resgatando pessoas de barco.

A temporada de tempestades tropicais e furacões se estende pelos meses de agosto a novembro. Neste ano, a tempestade que mais causou destruição foi o furacão Dorian, que atingiu gravemente as Bahamas, matando 50 pessoas e desalojando outras 70.000.

(Reuters)

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