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Testemunha de 25 anos defende capitão do ‘Costa Concordia’

Por Vincenzo Pinto - 19 jan 2012, 16h19

Uma moldava de 25 anos que acompanhava o capitão do “Costa Concordia” quando o navio naufragou em 13 de janeiro na Itália, disse nesta quinta-feira à AFP que o comandante Francesco Schettino salvou muitas vidas e classificou de “absurdas” as acusações contra ele.

Domnica Cemortan, uma bailarina de 25 anos, de dupla nacionalidade moldava e romena, contou que estava jantando com amigos quando ocorreu o acidente e negou que Schettino estivesse bebendo.

“Todas as acusações que são ouvidas contra ele são absurdas”, declarou à AFP Cemortan, que voltou a Chisinau após o naufrágio.

“Abandonei o barco às 23h50”, declarou. “O comandante ainda estava trabalhando”, acrescentou.

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Segundo testemunhas, Schettino já tinha ido para a terra às 00h30. Ele não voltou mais a bordo. As operações de resgate foram mantidas até as 06h00, indicaram os bombeiros.

“O comandante do ‘Costa Concordia’ é o melhor da companhia. Fez tudo o precisava ser feito e salvou as pessoas”, afirmou Cemortan.

Segundo a imprensa italiana, os investigadores queriam interrogar Cemortan, que, afirmam, não estava registrada como turista nem como membro da tripulação do “Costa Concordia”.

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