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Suécia ou Suíça? Governo dos EUA comete erro de geografia em rede social

Postagem do Departamento de Estado na plataforma X mostra mapa equivocado da Europa; pesquisa diz que 50% dos americanos confundem os dois países

Por Da Redação
Atualizado em 8 Maio 2024, 13h35 - Publicado em 2 abr 2024, 16h54

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Anthony Blinken, visitou Paris nesta terça-feira, 2, para uma reunião com o presidente francês, Emmanuel Macron. Antecipando o encontro, o perfil do Departamento de Estado fez um anúncio na plataforma X, antigo Twitter, com um vídeo mostrando o mapa da Europa e fotos da capital francesa. Tudo estaria certo, se não fosse a gafe geográfica cometida pelo governo americano, que confundiu a Suécia com a Suíça no post, agora apagado.

O erro de geografia básica ocorre menos de um mês depois que o secretário recebeu o primeiro-ministro da Suécia, Ulf Kristersson, e o ministro das Relações Exteriores do país, Tobias Billstrom, em Washington. O encontro foi realizado para celebrar a adesão do país à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Kristersson chegou a visitar a Casa Branca na mesma viagem.

Confusão geral

Esta não é a primeira vez que o governo dos Estados Unidos confunde os dois países. Em 2022, o presidente americano, Joe Biden, trocou Suíça por Suécia durante entrevista coletiva na cúpula da Otan em Madri. Quando cometeu o deslize, ele comentava sobre a adesão da Suécia e Finlândia à aliança militar.

O erro também é comum entre os americanos no geral. Um estudo publicado na revista americana Forbes e encomendado pela empresa de turismo Visit Sweden revelou que 50% dos entrevistados dos Estados Unidos não sabem a diferença entre os dois países, além de não conseguirem apontar nenhum dos dois no mapa.

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Agenda de Blinken

Na França, Blinken vai se encontrar com Macron para discutir a guerra na Ucrânia, o conflito entre Israel e Hamas no Oriente Médio e a onda de violência que assola o Haiti. Recentemente, o presidente francês subiu o tom sobre a invasão russa, afirmando uma vitória do Kremlin significa “credibilidade zero” para a Europa. Segundo comunicado do Departamento de Estado americano, o secretário também vai se reunir com a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, para reforçar o apoio de Washington à organização e suas causas, como a preservação cultural e educação.

Na mesma viagem, o diplomata também vai visitar a Bélgica e vai se reunir com os ministros das Relações Exteriores dos países da Otan, em Bruxelas. Na sexta-feira, 5, ele participará de uma reunião com a a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinyan, para conversar sobre o apoio dos Estados Unidos à Armênia.

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