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Strauss-Kahn tem álibi contra acusações, dizem advogados

Chefe do FMI estaria almoçando com filha na hora em que camareira foi atacada

Por Da Redação 16 Maio 2011, 13h05

Os advogados do diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, dizem ter provas de que ele estava em um restaurante almoçando com sua filha na hora em que a camareira que o acusa de abuso sexual estaria sendo atacada, informou a rádio francesa RMC nesta segunda-feira. Strauss-Kahn teria deixado o hotel em que estava hospedado, em Nova York, ao meio-dia, depois de pagar a conta e entregar sua chave, afirmam os advogados. Depois disso, ele teria ido almoçar com a filha e, então, tomado um táxi para o aeroporto. Assim, a defesa garante que ele já teria deixado o hotel no momento em que, segundo a camareira, ele a perseguiu pelo corredor, a forçou a entrar em um quarto e a atacou. Segundo a RMC, os advogados têm evidências materiais e testemunhas que podem comprovar a versão. Tribunal – Essa deve ser a estratégia usada pela defesa na audiência dessa segunda-feira sobre o caso. A defesa reitera que ele vai se declarar inocente das acusações de ato sexual criminoso, cárcere privado e tentativa de estupro, que ameaçam pôr um fim humilhante em sua carreira. Ao chegar ao Tribunal para a sessão desta segunda-feira, Strauss-Khan se sentou no banco em que os acusados esperam para ser levados à presença de um juiz. Oito minutos depois, ele deixou a sala por motivo desconhecido e meia hora depois ainda não havia retornado. A audiência acontece em um tribunal penal de Centre Street, sul de Manhattan, local para o qual geralmente são levados os acusados detidos em flagrante. (Com agências Reuters e France-Presse)

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