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Segurança nuclear: Obama pede mais ação e menos palavras

O presidente americano, Barack Obama, pediu a seus convidados, no segundo dia de Conferência de Segurança Nuclear, mais ação e menos palavras para impedir que materiais nucleares caiam nas mãos dos extremistas, que poderão fabricar bombas capazes de matar milhares de pessoas.

Nos trechos antecipados do discurso que deve fazer nesta terça-feira, Obama disse que se deve tomar decisões históricas para defender os povos do que classificou de a maior ameaça à segurança mundial.

“A duas décadas do final da Guerra Fria, enfrentamos uma cruel ironia da história: o risco de um confronto nuclear entre países diminuiu, mas o risco de um ataque nuclear aumentou. As redes terroristas, como Al-Qaeda, tentam adquirir o material para uma arma nuclear e, se vierem a conseguir, com certeza o utilizarão. Se chegarem a fazê-lo, será uma catástrofe para o mundo, causando uma extraordinária quantidade de perdas de vidas, e aplicando um duro golpe à paz e à estabilidade global.”

Por isso, o presidente americano salienta que “hoje é uma oportunidade, não apenas de falar, e sim de agir. Não apenas de fazer promessas, e sim verdadeiros progressos para a segurança de nosso povo”.

Cúpula – O encontro, cujo principal tema é o perigo do terrorismo nuclear – urânio enriquecido e plutônio caindo em mãos de terroristas -, é o mais recente capítulo da ofensiva da diplomacia de Obama na área nuclear. A próxima cúpula sobre segurança nuclear deve ser realizada em dois anos, na Coreia do Sul.

(Com agência France-Presse)