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Polícia identifica vítimas de tiroteio em clínica de aborto dos EUA

Dois civis e um policial morreram nesta sexta-feira, quando homem armado invadiu estabelecimento de planejamento familiar no Colorado

Por Da Redação 30 nov 2015, 08h45

A polícia americana identificou na noite deste domingo os dois civis que foram mortos a tiros em uma clínica de planejamento familiar no Colorado, Estados Unidos. Um deles é o DJ Ke’Arre Marcell Stewart, 29 anos, veterano da guerra no Iraque e pai de duas filhas. A outra vítima é a havaiana Jennifer Markovsky, 35 anos, que também tinha dois filhos. Ela estava no local no momento do ataque para dar apoio a uma amiga, segundo as autoridades.

Nesta sexta-feira, um homem armado invadiu um centro de planejamento familiar na cidade de Colorado Springs e abriu fogo contra os presentes. Um dos seis policiais que trocara tiros com o agressor, Gerrett Swasey, de 44 anos, também foi morto, e cinco pessoas que ficaram feridas continuam hospitalizadas.

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Robert Lewis Dear Jr, o homem que invadiu uma clínica de aborto nos Estados Unidos e atirou contra os presentes, deixando 3 mortos
Robert Lewis Dear Jr, o homem que invadiu uma clínica de aborto nos Estados Unidos e atirou contra os presentes, deixando 3 mortos VEJA

O atirador foi identificado como Robert Lewis Dear, 57 anos, da Carolina do Norte. Ele se rendeu mais de cinco horas após ter invadido a clínica. Segundo a polícia, Dear possui alguns registros em sua ficha criminal, como de agressão à ex-mulher e crueldade com animais, mas nunca havia sido condenado. Vizinhos e parentes o descrevem como uma pessoa quieta, solitária e, algumas vezes, agressiva. Ele deve ser apresentado ao tribunal nesta segunda-feira.

Os centros de atendimento da Planned Parenthood, que oferecem serviços de planejamento familiar, saúde reprodutiva e aborto, são alvo de ativistas contrários ao aborto e recebem ameaças constantes. A polícia ainda investiga as motivações de Dear para ter cometido o crime. No entanto, depois de ser preso, ele teria feito uma suposta declaração antiaborto, gritando “chega de pedaços de bebês”, segundo autoridades.

(Da redação)

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