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Polícia Federal descobre que ladrão comandava roubos de arte da prisão

Por Da Redação - 15 jul 2012, 20h54

Rio de Janeiro, 15 jul (EFE).- A Polícia Federal descobriu que um conhecido ladrão de obras de arte, identificado como Laéssio Rodrigues de Oliveira, de 39 anos, comandava de uma prisão do Rio de Janeiro uma rede internacional dedicada a esse tipo de roubo, divulgou neste domingo a mídia online.

Laéssio, que estudou biblioteconomia, cumpre desde 2007 uma pena de 12 anos por crimes relacionados a roubo e falsificação de obras de arte na penitenciária Alfredo Tranjan, em Bangu, e de lá conduzia a atividade criminosa, de acordo com a edição online da ‘Folha de S. Paulo’.

As obras roubadas pela quadrilha em museus e bibliotecas da Bahia, de Minas Gerais, de Pernambuco, do Rio e de São Paulo, eram vendidas a colecionadores do Brasil, da Argentina e do Uruguai.

Por se tratarem de roubos sob encomenda, Laéssio era definido pelas autoridades como ‘o maior ladrão de obras raras do país’ e da prisão agia por telefones celulares, cartas e dando coordenadas a seus visitantes.

O criminoso ficou conhecido em 1998 quando retirou da Biblioteca Nacional de São Paulo 14 revistas e jornais antigos, com valor calculado, na época, de US$ 750 mil. EFE

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