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Padre é afastado por defender pedofilia e criticar homossexualidade

O religioso italiano Gino Flaim deu declaração a uma emissora de TV de Trento, na Itália

Um padre católico foi afastado do cargo nesta terça-feira por causa de uma declaração controversa: a uma emissora de TV de Trento, na Itália, o religioso Gino Flaim disse que entende a pedofilia, mas não a homossexualidade. Durante uma entrevista, o padre italiano afirmou à emissora LA7 que conhece as crianças e que, “infelizmente, algumas delas precisam de atenção que não recebem em casa. Se encontram um padre e ele cede … Isso eu entendo”.

Questionado se as crianças são responsáveis pelo comportamento pedófilo, o padre disse acreditar que “em grande parte, sim”.

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Sobre a homossexualidade, o religioso disse tratar-se de uma doença. “Isso não surpreende, pois a igreja é uma comunidade de pecadores”. A igreja de Trento publicou um comunicado após a entrevista dizendo que a posição do religioso não representa a instituição. “Ele expressou opiniões que não representam de forma alguma a Arquidiocese de Trento ou a comunidade eclesial como um todo”, concluiu a nota.

O Conselho Europeu estima que uma em cada cinco crianças sofram abusos sexuais na região, sendo que 200 casos foram denunciados na Itália apenas no ano passado.

(Com Ansa)