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Obama pede investigação sobre ciberataques russos nas eleições

As autoridades de segurança americanas culpam Moscou pelo roubo de e-mails do Comitê Nacional Democrata e de funcionários de Hillary Clinton

Por Da redação Atualizado em 9 dez 2016, 16h54 - Publicado em 9 dez 2016, 16h47

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordenou que as agências de inteligência americanas investiguem possíveis ataques cibernéticos russos que teriam interferido nas eleições presidenciais deste ano. As autoridades de segurança americanas culpam Moscou por episódios como o roubo de e-mails do Comitê Nacional Democrata e de funcionários da campanha de Hillary Clinton.

Segundo a assessora de segurança interna de Obama, Lisa Monaco, o presidente também pediu uma lista completa de “lições aprendidas” durante as eleições presidenciais de 2016, para identificar os erros que possibilitaram o roubo de e-mails, publicação de conteúdos sigilosos e provável monitoramento russo do sistema de contagem de votos americano.

“Nós esperamos receber esse relatório antes que Obama deixe o cargo”, afirmou Monaco, que não informou se as conclusões do relatório serão divulgadas ou mantidas em sigilo. O pedido de investigar foi feito depois que a bancada democrata no Congresso pressionou o governo para que revelasse detalhes sobre as invasões virtuais russas durante o processo eleitoral.

Em 7 de outubro, funcionários da Inteligência americana responsabilizaram a Rússia pelos “recentes vazamentos de e-mails de indivíduos e de instituições americanas, incluindo os de organizações políticas dos Estados Unidos”. “Esses roubos e divulgações pretendem interferir no processo eleitoral”, dizia um comunicado conjunto do Departamento de Segurança Interna e do Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (DNI, na sigla em inglês).

O comunicado se refere ao vazamento, por parte do WikiLeaks e de outros “sites”, de “e-mails” invadidos nas contas de John Podesta, assistente da candidata democrata Hillary Clinton, e do Comitê Nacional Democrata. A exposição desse material colocou o partido e a própria Hillary em uma situação delicada, durante uma das mais agressivas e acirradas campanhas eleitorais nos EUA.

Inúmeras vezes, Trump rejeitou a acusação de que Moscou tenha tido algo a ver com esses vazamentos que prejudicaram Hillary e que – segundo alguns analistas – teriam contribuído para sua derrota nas urnas em 8 de novembro passado.

(Com AFP)

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