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Mais de 30.000 pessoas vão às ruas para pedir segurança

Camponeses, operários, universitários e desempregados se reuniram na capital

Por Da Redação 1 fev 2011, 09h46

“É necessário um movimento social para que o governo não esqueça que firmou um compromisso para resolver os problemas sociais e evitar uma crise de maiores consequências para os setores que representamos”

Cerca de 30.000 camponeses, operários, universitários e desempregados tomaram as ruas da Cidade do México para exigir do governo melhores condições de vida e mais segurança. O protesto, que deixou o trânsito caótico em boa parte do centro da capital mexicana na segunda-feira, partiu do monumento ao Ángel de la Independencia e terminou na Praça da Constituição (Zócalo), a maior praça pública do México.

Entre outros, lideraram a passeata os dirigentes do Sindicato Mexicano de Eletricistas, Martín Esparza, o de telefonistas, Francisco Hernández Juárez, e os da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), Agustín Rodríguez. “É necessário um movimento social para que o governo não esqueça que firmou um compromisso para resolver os problemas sociais e evitar uma crise de maiores consequências para os setores que representamos”, enfatizou Esparza.

“Buscamos um novo modelo econômico e social para o país, pois é urgente deter a escalada de preços, principalmente da cesta básica e, por outro lado, para que se atenda a problemática do desemprego e a insegurança”, explicou o presidente do Comitê da Confederação Nacional Camponesa (CNC), Gerardo Sánchez García. Os dirigentes sindicais se comprometeram a entregar suas reivindicações ao Ministério de Governo (Interior) e ao Congresso mexicano

(Com agência EFE)

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