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Investigação sobre acidente com balão deve levar duas semanas

Explosão causou a morte de 19 turistas na região de Luxor, no sul do país

Por Da Redação 27 fev 2013, 12h59

A investigação para apurar as causas e os responsáveis pelo acidente de balão que deixou 19 mortos no Egito pode levar duas semanas, afirmou o governador da província de Luxor, Ezzat Saad, nesta quarta-feira. O acidente ocorrido nesta terça-feira foi o que teve o maior número de vítimas nos últimos 20 anos.

Investigações preliminares apontam que não houve sabotagem nos cilindros de gás do balão, que explodiu e despencou de uma altura de aproximadamente 300 metros, afirmou o governador. Entre os mortos há turistas da Grã-Bretanha, França, Hong Kong e Japão. O piloto e um turista se salvaram ao saltar do balão.

O acidente – Depois do acidente desta terça, as autoridades egípcias suspenderam todos os voos com balões de ar quente na região de Luxor, no sul do país.

Os balões gigantes, como o que explodiu nesta terça, têm 40 metros de altura e podem transportar até 25 passageiros. O último acidente na região de Luxor, onde esse tipo de passeio é comum entre turistas, foi registrado em 2009, quando 16 estrangeiros se feriram após um balão se chocar com uma torre de transmissão de telefonia celular.

O acidente desta terça deixou mais vítimas do que o ocorrido em 1989 na Austrália, até então o mais grave desse tipo, com 13 mortos após o choque de dois balões.

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