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Gaza: número de mortos por ataques de Israel chega a 13

Três civis israelenses morreram depois que foguetes atingiram suas casas

Por Da Redação 15 nov 2012, 09h47

O número de palestinos mortos em Gaza desde que começou a operação israelense ‘Pilar Defensivo’ contra os grupos islamitas da faixa subiu nesta quinta-feira para 13 – sete deles civis -, e o de feridos a 140, informaram fontes médicas locais. Os outros seis mortos eram milicianos do Hamas, afirmou Ashraf al-Qedra, porta-voz do Ministério da Saúde do Governo do movimento islamita Hamas.

Além dos palestinos, três civis israelenses morreram nesta quinta-feira e outros quatro ficaram feridos após suas casas serem atingidas por foguetes lançados a partir da Faixa de Gaza. O míssil atingiu um edifício residencial de quatro andares na cidade israelense de Kiryat Malakhi, nas imediações de Gaza. Entre os feridos está um bebê de oito meses.

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As milícias palestinas lançaram mais de 200 foguetes na nova onda de violência que se intensificou ontem com o assassinato do líder do braço armado do Hamas, Ahmada Jaabari, confirmou à uma porta-voz do exército israelense. A Força Aérea de Israel, por sua vez, atacou cerca de 150 alvos em Gaza desde que começou a operação, disse a porta-voz militar.

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Funeral – Enquanto os ataques prosseguem, milhares de palestinos assistiram nesta quinta-feira ao enterro do comandante do braço armado do Hamas em Gaza, as Brigadas de Ezedin al Qassam. Milhares de pessoas foram ao hospital de Shifa, para onde tinha sido levado o corpo de Ahmed al-Jaabari, para acompanhá-lo em procissão pelas ruas da Cidade de Gaza até a casa do combatente no bairro de Al Shayaia.

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Diplomacia – Também nesta quinta-feira, o chefe da diplomacia britânica, William Hague, disse que o Hamas tem responsabilidade na atual crise em Gaza, acrescentando que deve parar imediatamente com os ataques contra Israel. Hague também pediu energicamente a Israel que faça “o possível” para reduzir as tensões, evitar vítimas civis e ajudar a criar as condições para a paz.

(Com agência EFE)

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