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EUA diminuem grau de risco da Covid no Brasil de ‘muito alto’ para ‘alto’

Recomendação anterior para viagem pedia para que viagens ao país fossem evitadas; agora, Washington pede que passageiros estejam totalmente vacinados

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 set 2021, 22h17
EUA diminuem grau de risco da Covid no Brasil de ‘muito alto’ para ‘alto’ Priorizar nos meus resultados Google

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) diminuiu nesta segunda-feira, 13, o nível de alerta para viagens ao Brasil por conta de preocupações com a covid-19 do nível “muito alto” para o “alto”.

Antes, a agência recomendava que cidadãos americanos evitassem viagens ao território brasileiro, mas agora diz que os passageiros devem garantir que estejam totalmente vacinados antes de viajarem.

Mesmo com a mudança na classificação de risco, o governo americano continua adotando cautela em relação a viagens para o Brasil. Segundo as recomendações para americanos que desejam vir ao território brasileiro, “passageiros não vacinados devem evitar viagens não essenciais ao Brasil”.

Em termos absolutos, o Brasil é o segundo país com maior número de óbitos pela doença, atrás somente dos Estados Unidos, e o terceiro em contagem de casos, abaixo de EUA e Índia.

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O país, no entanto, tem registrado redução nos números da pandemia nas últimas semanas, à medida que avança em sua campanha de vacinação contra a Covid-19. A média móvel de mortes diárias nos últimos 14 dias chegou a 535, em comparação com pico de quase 3.000 em abril.

O CDC também orientou os norte-americanos contra viagens para Afeganistão, Albânia, Sérvia, Belize e Lituânia, além de quatro outros destinos.

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O nível de orientações de viagem foi aumentado para nove destinos para o nível “muito alto”. O CDC afirmou que os norte-americanos devem evitar viajar para esses locais, que também incluem Granada, São Cristovão e Névis, Eslovênia e Ilhas Maurício. O departamento também elevou o rating de Austrália, Romênia e Etiópia para alto.

O Departamento de Estado dos EUA também elevou seu nível paralelo de alerta para “não viaje” para a maioria dos países nomeados pelo CDC nesta segunda-feira. No dia 31 de agosto, o Departamento de Estado elevara o Afeganistão para a categoria “não viaje”.

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Com Agência Brasil

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