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Em último debate, Milei e Massa divergem sobre relação com Brasil

Candidatos à Presidência da Argentina se enfrentam cara a cara antes das eleições do próximo domingo

Por da Redação
12 nov 2023, 22h32

No próximo domingo, os argentinos vão às urnas para decidir o novo presidente do país. Os candidatos, o ultradireitista, Javier Milei, e o peronista e atual ministro da Economia, Sergio Massa, se encontraram no último debate presidencial neste domingo, 19, para tentar conquistar os votos de última hora do eleitorado. O clima entre eles esquentou em alguns momentos do debate, com muita interrupção entre eles. Em um desses momentos, a divergência foi na relação da Argentina com o Brasil.

Durante a corrida eleitoral, Milei reiterou que, se eleito, não manteria relações com o Brasil e a China e em diversas ocasiões criticou o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, dizendo que não se reuniria com ele. No debate, Sergio Massa disse que a postura de cortar relações com os dois maiores parceiros comerciais da Argentina prejudicaria a economia e empregos no país. “A política exterior não se pode ser regida por caprichos”, disse.  O direitista rebateu, dizendo que o atual presidente, Alberto Fernández “também não falava com [o ex-presidente Jair] Bolsonaro” e que o Mercosul está “em uma rua sem saída”.

“Falaram mentiras de que eu disse que não deveria ter relações com Brasil ou China. O que eu disse é que o Estado não tem que se meter”, afirmou o candidato que lidera a corrida presidencial. segundo as pesquisas.

Milei citou, por algumas vezes, o reforço de publicitários brasileiros na campanha de Massa, para tentar reverter o favoritismo do candidato direitista. Alguns desses publicitários trabalharam nas campanhas de Fernando Haddad e Lula contra Jair Bolsonaro no Brasil. “Eu convido os espectadores a ver os vídeos inteiros, não os que os brasileiros editam para fazer campanha para você”, disse.

De acordo com a última pesquisa eleitoral divulgada na sexta-feira, 10, pelo AtlasIntel, Milei segue na liderança, com 52% dos votos válidos, o atual ministro da Econom tem 47,9%. O AtlasIntel foi o único instituto a acertar a vitória de Massa no primeiro turno.

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