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Em janeiro, ataque a jornal francês matou doze pessoas

A série de ataques que aterroriza Paris nesta sexta-feira ocorre pouco mais de dez meses depois que terroristas abriram fogo na redação do jornal satírico Charlie Hebdo, matando doze pessoas. Dois dias depois do ataque à publicação, um terrorista matou duas pessoas em um mercado de Paris antes de ser morto pela polícia.

Quatro dias depois do massacre na redação do Charlie, uma grande manifestação reuniu milhares de pessoas em Paris em homenagem as vítimas. O ato foi acompanhado por líderes mundiais como a chanceler alemã Angela Merkel, os premiês italiano, Matteo Renzi, espanhol, Mariano Rajoy, britânico, David Cameron, israelense, Benjamin Netanyahu, além do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas.

Em abril, Renald Luzier, o principal cartunista do jornal, anunciou que não faria mais charges com o profeta Maomé. “Ele não me interessa mais”, disse em entrevista à revista francesa Les InRockuptibles. Os dois terroristas responsáveis pelos ataques foram mortos no dia seguinte pela polícia francesa.