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Avião desaparecido voava no piloto automático, dizem australianos

O vice-primeiro-ministro, Warren Truss, e o chefe da equipe de buscas, Martin Dolan, confirmaram que as buscas estavam sendo feitas em local equivocado

Por Da Redação 26 jun 2014, 09h13

O avião da Malaysia Airlines que desapareceu em 8 de março com 239 pessoas a bordo voava no piloto automático quando caiu no Oceano Índico por falta de combustível, afirmou o vice-primeiro-ministro australiano. “É muito provável que a aeronave estivesse no piloto automático”, disse Warren Truss, vice-premiê da Austrália, país que coordena a busca do avião no Oceano Índico. “A trajetória muito regular foi identificada graças aos dados dos satélites”, completou Truss.

O chefe da Autoridade Australiana de Segurança no Transporte, Martin Dolan, corroborou a informação passada por Truss e afirmou que a trajetória pelo Oceano Índico sugere que “o avião estava operando com o piloto automático até que ficou sem combustível”.

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Nesta quarta, as equipes de busca que procuram o avião desaparecido reiniciaram seus trabalhos em uma nova área. Os navios Fugro Equator, uma embarcação privada especialmente equipada para buscas no fundo do mar, e Zhu Kezhen, da Marinha chinesa, estão vasculhando uma área a cerca de 800 quilômetros a sudoeste do local onde as buscas se concentraram em abril e maio, e a 1.500 quilômetros a noroeste do porto de Perth, na Austrália. A nova área tem cerca de 36.800 quilômetros quadrados, quase o tamanho da Suíça.

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“Agora estamos voltando nossas buscas mais ao sul ao longo de um arco baseado nesses cálculos [que utilizaram novos dados de satélite]”, disse o vice-primeiro-ministro australiano, Warren Truss, em entrevista coletiva. “As buscas submarinas têm como objetivo localizar o avião ou qualquer tipo de evidência que ajude nas investigações malaias sobre o desaparecimento” da aeronave, disse Truss. O prazo inicial para o trabalho de mapeamento do leito marinho que está sendo feito pelos navios é de três meses.

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Os esforços da equipe de busca internacional estão contando com dados de uma série de comunicações eletrônicas entre o voo MH370 e um satélite que orbita sobre o Oceano Índico, operado pela empresa Inmarsat. Como esses dados são incompletos, os especialistas calculam os possíveis pontos de queda do avião desaparecido. Em todas as hipóteses, a localização não passa de uma suposição e dada a grande extensão da área de buscas, é possível que a aeronave siga desaparecida por muito tempo. O Boeing 777 da Malaysia Airlines desapareceu em 8 de março, com 239 pessoas a bordo durante um voo de Kuala Lumpur, na Malásia, para Pequim, na China.

(Com agência France-Presse)

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