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Atirador de Seattle convocou vítimas por telefone, diz polícia

Jaylen Fryberg escolheu seus alvos de forma consciente e não de forma aleatória, como a polícia suspeitava. Dois dos atingidos são primos do algoz

Por Da Redação 28 out 2014, 07h40

O jovem de 15 anos que matou duas colegas a tiros em uma escola de ensino médio em Seattle, no estado de Washington, e feriu outros três convocou suas vítimas por mensagens de celular, informaram nesta segunda-feira fontes oficiais. A polícia do condado de Snohomish, onde se localiza a escola Pilchuck-Marysville, em que ocorreu o incidente, explicou que o autor dos disparos enviou mensagens para pelo menos cinco estudantes. No texto, o atirador Jaylen Fryberg os convidou para um encontro na cafeteria do colégio.

Quando os seis adolescentes – três meninas e três meninos – se sentaram em uma mesa para comer, Fryberg sacou uma pistola automática Beretta, disparou várias vezes contra seus companheiros e depois atirou contra si mesmo. O xerife do condado de Snohomish, Ty Trenary, disse em entrevista coletiva que a arma foi comprada legalmente e que estava registrada no nome do pai de Fryberg. Já o fato de o atirador ter avisado suas vítimas indica que ele as escolheu conscientemente e não forma aleatória, como a polícia chegou a cogitar.

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Duas das meninas, ambas de 14 anos, não resistiram aos disparos e morreram – uma na sexta-feira e outra no domingo. A outra garota e um rapaz seguem internados. Outro estudante que também foi atingido no incidente permanece na UTI, mas apresentou melhoras nas últimas horas. Dois dos jovens atingidos são primos do suposto autor dos disparos.

Vários estudantes da escola e inclusive familiares de Fryberg relataram nas redes sociais que uma desilusão amorosa pode ter sido o motivo que o levou a cometer o crime. Fryberg foi descrito pelos colegas em entrevistas como um menino “popular” que jogava no time de futebol americano e tinha sido escolhido recentemente como o “rei” em um baile escolar.

(Com agências EFE e Reuters)

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