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Atentados em cidades turísticas da Tailândia deixam 4 mortos

Mais de dez explosões ocorreram em diferentes províncias do país, entre quinta e sexta-feira

Por Da redação
12 ago 2016, 08h28

Uma série de atentados com bombas na Tailândia,  entre a tarde de quinta-feira e manhã de sexta, deixou quatro mortos e 35 feridos. As explosões, aparentemente coordenadas, aconteceram em pelo menos cinco províncias do país, e atingiram localidades turísticas como Hua Hin e Phuket.

A polícia tailandesa vinculou as explosões com os movimentos separatistas do sul do país, negando a possibilidade de terrorismo. “Isso não é um ataque terrorista. É apenas sabotagem local em áreas e províncias limitadas”, explicou o porta-voz da polícia nacional, Piyapan Pingmuang.

Os atentados começaram pouco antes da meia-noite de quinta-feira, no horário local (14h em Brasília), quando duas bombas explodiram em uma rua movimentada de Hua Hin, cidade litorânea famosa entre turistas. Um vendedor de rua tailandês morreu e outras 21 pessoas ficaram feridas, incluindo sete estrangeiros.

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Em seguida, na província de Trang, um homem morreu e cinco pessoas tiveram ferimentos quando um explosivo foi detonado próximo à casa do chefe de polícia da província, de acordo com a imprensa local. Já na manhã de hoje, outra fatalidade foi registrada em Hua Hin, com mais duas bombas.

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Mais tarde na sexta-feira, também ocorreram duas explosões em Surat Thani que deixaram um morto e pelo menos três feridos. Outros atentados foram registrados na ilha de Phuket e na província de Phang-nga, porém sem vítimas fatais. Pelo menos dez estrangeiros ficaram feridos nos ataques, mas os quatro mortos eram cidadãos tailandeses.

O primeiro-ministro da Tailândia, Prayuth Chan-ocha, pediu calma à população e garantiu que a situação está controlada. “As bombas são uma tentativa de criar o caos e confusão”, afirmou o general, segundo a agência de notícias local TNA. Várias missões diplomáticas na Tailândia pediram que os moradores e turistas fiquem em alerta para novos atentados.

(Com EFE)

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