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Assessor de Trump questiona sanções de Obama à Rússia

O secretário de imprensa Sean Spicer afirmou que punições impostas pela Casa Branca aos russos podem ter sido desproporcionais

Por da redação 2 jan 2017, 08h50

Sean Spicer, um importante assessor do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo que o governo de Barack Obama pode ter punido de forma “desproporcional” a Rússia ao determinar a expulsão de 35 diplomatas russos suspeitos de espionagem. 

O futuro secretário de imprensa da Casa Branca disse ao programa This Week, da emissora ABC, que Trump fará questionamentos às agências de inteligência dos Estados Unidos sobre o caso. A Casa Branca impôs sanções na semana passada contra duas agências de inteligência russas acusadas de envolvimento em ataques cibernéticos a grupos políticos na eleição presidencial de 2016 dos EUA.

Sean Spicer, em entrevista à ABC
Sean Spicer, em entrevista à ABC ABC/Reprodução

Obama também determinou que a Rússia esvaziasse duas instalações nos Estados Unidos como parte das sanções.

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“Uma das questões que temos é por que dessa magnitude? Você olha para 35 pessoas sendo expulsas, dois locais sendo fechados, a questão é: essa resposta é proporcional às ações que eles tomaram? Talvez seja, talvez não seja, é preciso pensar sobre isso”, disse Spicer.

Trump terá encontros com representantes das agências de inteligência dos EUA nesta semana. No sábado, o presidente eleito voltou a expressar ceticismo sobre a possível responsabilidade da Rússia a respeito dos ataques hackers a computadores de membros do Partido Democrata.

“Acho que é injusto se nós não sabemos. Pode ter sido alguém mais. Eu também sei coisas que outras pessoas não sabem, então não podemos ter certeza”, disse Trump.

Trump afirmou ainda que revelará informações sobre o caso nesta semana, sem dar detalhes. Não está claro se, após tomar posse em 20 de janeiro, ele tentará reverter as ações de Obama, que marcam o pior momento nas relações entre Estados Unidos e Rússia desde o fim da Guerra Fria.

(com Reuters)

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