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Sharapova comemora liderança e primeira final em Roland Garros

Por Da Redação 7 jun 2012, 17h49

Exatamente a um dia de completar quatro anos longe da liderança do ranking do ranking mundial de tenistas femininas, a russa Maria Sharapova garantiu a volta ao topo da lista com a vitória sobre a tcheca Petra Kvitova, resultado que a garantiu pela primeira vez na decisão to torneio de Roland Garros. Após passar por uma cirurgia no ombro, em outubro de 2008, e bater na trave no aberto francês, em 2009 e 2011, a nova número 1 do mundo comemorou a oportunidade de quebrar dois estigmas ao mesmo tempo.

‘É incrível estar de volta nessa posição de número 1 na segunda-feira. Há alguns anos, não sabia se poderia estar aqui de novo jogando profissionalmente. Além de ser número 1, chegar à final de Roland Garros. É um dia especial, sem dúvida’, afirma.

A melhor tenista do mundo lembrou a complicada recuperação do ombro, que chegou a tirá-la de alguns torneios, entre eles os Grand Slams de Wimbledon e da Austrália, em 2009.

‘É uma estrada longa, um processo demorado. Muitos dias de frustração e incertezas de não saber se você vai chegar lá, se haverá um grande momento de novo. Passei por muitas coisas e quando lembro de todo o trabalho que fiz e todas as dificuldades, tudo vale a pena’, diz. ”Eu jogo tênis desde os quatro anos de idade. Estou comprometida com esse esporte. Sempre amei o que faço. Quando isso foi tirado de mim, percebi como eu era grata e sortuda de poder jogar’, assume Sharapova.A russa também lembrou as eliminações em semifinais no aberto francês, em 2009 e 2011. Roland Garros é o único Slam ainda não conquistado por Sharapova, vencedora em Wimbledon, em 2004, no US Open, em 2006, e no Australian Open, em 2008.

‘É um sentimento incrível, terceira semi e sempre sonhei com a final. Estou mais do que excitada para o jogo de sábado. Nunca é fácil ganhar de alguém numa final de Slam, mas estarei preparada, será um desafio. Só tentar ir pra quadra e buscar a vitória, não importa quem seja a adversária’, afirma Sharapova. A russa enfrenta na final a italiana Sara Errani, número 24 do mundo, que chega à sua primeira final de Grand Slam.

‘Só se que trabalhei duro para isso. Se sou carismática ou não, vocês que sabem. Estou feliz e orgulhosa de ter vindo de onde vim e chegar até aqui. Mas não vou ficar sentada. É um desafio se manter nessa posição’, finaliza.

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