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Ricardo e P. Cunha batem compatriotas e ganham força por Londres

Por Da Redação - 27 maio 2012, 13h17

Em uma final brasileira na etapa tcheca do Circuito Mundial, Ricardo e Pedro Cunha venceram Alison e Emanuel por 2 sets a 1, parciais de 21/15, 21/19 e 15/10. Com o triunfo deste domingo, a parceria ganha força na corrida por uma vaga nos Jogos Olímpicos de Londres.

Com 2.320 pontos, Ricardo e Pedro Cunha lideram o Mundial de forma isolada. A dupla briga com Alison e Emanuel e Márcio e Pedro Solberg, quarto colocados na República Tcheca, pelas duas possíveis vagas do País em Londres. Os classificados serão escolhidos pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

‘Estamos enfrentando duas duplas de muita qualidade nessa caminhada olímpica e temos sempre duas competições em cada torneio: uma na etapa e outra contra os rivais brasileiros. Nesta semana, nos saímos muito bem. Tivemos tranquilidade para voltar à chave principal, derrotamos grandes times e isso é fundamental para que a gente continue firme na luta pela classificação’, disse Cunha.

Depois de começar o torneio com derrota diante dos poloneses Kaziola e Szalankiewicz, os brasileiros se recuperaram com seis vitórias consecutivas para garantir presença na decisão. Em oito confrontos com os concorrentes Alison e Emanuel, Ricardo e Pedro Cunha somam cinco triunfos.

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‘Começamos mal a competição, perdemos no primeiro jogo e isso nos complicou muito. Não é fácil jogar na repescagem pela sequência de jogos e pelo desgaste, que é ainda maior, mas conseguimos fazer bons jogos, manter o foco e, principalmente, jogar bem’, disse Ricardo, ouro em Atenas-2004, prata em Sydney-2000 e bronze em Pequim-2008.

De olho na classificação olímpica, Cunha fala em continuar no mesmo ritmo. ‘Temos um objetivo, que é a vaga em Londres e, para isso, precisamos manter uma boa regularidade, manter uma boa sequência de vitórias e estar sempre disputando títulos’, declarou o jogador.

Ricardo, por sua vez, procura usar o resultado na República Tcheca como motivação. ‘Vencemos duplas fortes, jogando com confiança e mantendo a concentração. E é assim que precisamos jogar sempre’, afirmou o atleta, que busca sua quarta participação nos Jogos Olímpicos.

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