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Marcelo Oliveira tenta seguir lição de Telê, mas critica árbitro

Por Da Redação - 10 jul 2012, 23h18

O técnico Marcelo Oliveira citou sua experiência sob o comando de Telê Santana, no Atlético-MG, para tentar fugir de polêmica com a arbitragem na véspera da decisão da Copa do Brasil. Porém, mesmo avisando que aprendeu com o ex-treinador a não reclamar das decisões, o comandante do Coritiba contestou o desempenho de Wilton Pereira Sampaio no primeiro jogo da decisão contra o Palmeiras.

‘Quando fui jogador do Telê, aprendi a não me incomodar com o juiz. Não tenho muito a falar sobre isso, mas nós só lamentamos as infelicidades tão flagrantes que aconteceram no jogo passado’, reclamou.

Na primeira partida da decisão entre Coritiba e Palmeiras, o clube paulista venceu por 2 a 0, na Arena Barueri, mas a arbitragem foi bastante contestada pelos paranaenses. Quase uma semana depois, Marcelo Oliveira abandona o aprendizado com seu ex-comandante e aumenta as críticas a Wilton Pereira Sampaio.

‘O Brasil todo viu que existiu um pênalti sobre o Tcheco. Aquilo representaria muito para nós. A dez metros do lance, o árbitro não viu ou não quis ver. Além disso, me chama a atenção que não era um da Fifa no campo do adversário, sob todas as pressões. Agora, vai ser um árbitro mais experiente aqui. Isso já aconteceu em outras edições de Copa do Brasil’, comentou, citando a escala de Sandro Meira Ricci para o duelo no Couto Pereira.

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O treinador do Coritiba ainda ficou irritado ao rebater as declarações do gerente de futebol palmeirense, César Sampaio, que minimizou as reclamações do Coxa e afirmou que o clube paranaense teve condições de vencer independentemente da arbitragem.

‘Concordo que criamos oportunidades, mas isso não tem nada a ver com arbitragem. Não temos o direito de reclamar? Coisa do futebol é goleiro falhar ou atacante deixar de fazer o gol. Árbitro tem de estar preparado para marcar’, ponderou.

Para tentar reverter a vantagem do Palmeiras e alcançar o título da competição, Marcelo Oliveira espera fazer agora seu time se esquecer de questões extracampo para desempenhar bem o papel no Couto Pereira.

‘Vamos jogar futebol e somos capazes de mudar esta situação. Não podemos nos desconcentrar do que é mais importante, que é jogar e fazer gols’, finalizou.

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