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‘Livre’ há uma semana, Dagoberto promete anunciar destino em dezembro

Por Da Redação 26 out 2011, 06h36

Dagoberto já manifestou apreço pelo forte interesse do Inter, clube do coração de seus familiares, mas quer evitar nova polêmica na reta final da temporada. O atacante está livre há uma semana para assinar um pré-contrato com qualquer time e sair em abril sem o São Paulo receber nada. Sua estratégia, contudo, é manter tudo em sigilo.

‘Só definiremos alguma coisa depois do fim dos campeonatos’, informou Marcos Malaquias, empresário do jogador, marcando o anúncio do novo clube de seu cliente para dezembro, após o Campeonato Brasileiro ou a Copa Sul-americana, dependendo da campanha do Tricolor no torneio continental.

A ordem é diminuir os comentários em relação à negociação com o Inter enquanto o São Paulo ainda disputar sua classificação na Libertadores. ‘Sabemos que eles têm interesse, mas os dois times são concorrentes na disputa por uma vaga na Libertadores. Não há como definir nada agora’, desconversou Malaquias sobre o artilheiro e principal autor de assistências no elenco são-paulino em 2011.Existem, ao menos, conversas bem avançadas com o Colorado. Mas o aspecto financeiro pesa na decisão e Dagoberto mantém sua intenção de atuar no futebol europeu, parada que se torna mais possível com o acerto dos últimos detalhes de seu passaporte italiano.

Otimista, o atacante já havia dito que teria tudo definido ainda neste mês, em outubro, e não aceitaria jogar em centros menos cotados do Velho Continente, como a Ucrânia. Mas as polêmicas envolvendo seu empresário e Juvenal Juvêncio, com direito a intromissão do presidente corintiano Andrés Sanchez em palpites sobre seus destinos, o fizeram aumentar a cautela.

A diretoria do São Paulo afirma acreditar no atacante, que lhes ressaltou o desejo de ir para a Europa e prometeu comunicar caso tenha acertado algo ou haja uma oferta concreta de um clube brasileiro. O Tricolor já entregou uma proposta de renovação e assegura que não a mudará, apesar das cobranças do atleta por um aumento.

Juvenal interveio com um diálogo duro, mas que não lhe deu esperanças. ‘Tive uma conversa boa com o Dagoberto, mas ele tem um procurador com influência decisiva nessa questão. Não acredito que seja muito fácil uma renovação. Ele vai continuar conosco enquanto for possível’, conformou-se o presidente.

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