Clique e assine com 88% de desconto

Kleina garante que fica e classifica saída da Ponte como covardia’

Por Da Redação - Atualizado em 19 jul 2016, 14h06 - Publicado em 27 fev 2012, 17h01

A goleada por 6 a 1 que a Ponte Preta sofreu para o Santos, no último sábado, abalou e muito as estruturas internas da equipe de Campinas. Além das pichações que apareceram no estádio Moisés Lucarelli, o emprego do técnico Gilson Kleina chegou a ser contestado e um possível pedido de demissão acabou sendo cobrado por parte dos torcedores.

Incomodado com as críticas ao planejamento do clube e com o modo como o time vem se portando dentro de campo, Gilson Kleina pediu para que seus comandados mudem de postura nas próximas rodadas e classificou uma possível saída da Macaca como uma verdadeira ‘covardia’. O treinador ainda destacou que o projeto para este ano foi feito a longo prazo e reiterou que a torcida precisa ter calma para que as vitórias voltem a aparece

‘Seria até covardia eu sair do comando em um momento como esse. A responsabilidade é minha e enquanto eu tiver forças vou fazer de tudo para a equipe reagir. Estamos com muitos problemas de lesão e agora perdemos três por expulsão. Foi muito difícil ver o vestiário desse jeito, mas temos é que trabalhar muito e levantar a cabeça, porque quinta-feira já temos outro compromisso’, destacou o comandante alvinegro.

Apesar da confiança nas vitórias, o técnico ponte-pretano não escondeu a frustração de ter sofrido um duro revés para uma equipe que também estará disputando a Série A deste ano. Com uma atuação primorosa de Neymar e Paulo Henrique Ganso, a Macaca não conseguiu criar boas jogadas ao longo da partida e acabou marcando o seu único gol quando o placar já estava com uma vantagem considerável para o Peixe.

Publicidade

‘O sentimento de todos aqui é o mesmo do torcedor: vergonha. Foi a pior viagem de volta para Campinas de todas que já tivemos, mas quero dizer à nação ponte-pretana que é uma questão de honra buscar os resultados e dar a volta por cima. Ninguém aqui vai baixar a cabeça. A comissão, a diretoria e os jogadores querem muito reverter tudo isso’, finalizou Kleina.

Publicidade