Clique e Assine por somente R$ 2,50/semana

Jogadores do Corinthians exaltam união do grupo em comemoração do título

Por Da Redação 4 dez 2011, 18h40

O Corinthians conquistou seu quinto título nacional após empatar em 0 a 0 com o Palmeiras, neste domingo. Enquanto a torcida gritava “é campeão” nas arquibancadas do lotado Pacaembu, os jogadores comemoravam no campo. Alguns jogavam para cima Andrés Sanchez, presidente da equipe. Contestado por alguns torcedores, o treinador Tite conquistou seu primeiro titulo nacional e os atletas o premiaram com um banho de água com gelo durante a entrevista depois do jogo.

O gramado foi invadido pelos jogadores corintianos instantes depois do apito final – até Danilo, Ralf e Emerson, de calça jeans, que não participaram da partida. Os palmeirenses foram direto para o vestiário, enquanto Marcos Assunção cumprimentava os campeões. De colete vermelho, Adriano, que fez um gol importantíssimo na partida contra o Atlético-MG, agradecia o apoio dos companheiros. “Me senti muito bem no Corinthians. Ainda tenho um pouco de dificuldades para jogar, mas me sinto em casa.” Outros jogadores, como Liedson e Alessandro, preferiram lembrar das dificuldades passadas durante a temporada, principalmente a precoce eliminação da Copa Libertadores da América para o Tolima. “Depois de tudo que passamos contra o Tolima, terminar o ano assim, conquistando o título, é fantástico”, comentou o lateral-direito, capitão da equipe nesta reta final. Já Liédson fez questão de destacar que jogou boa parte da competição sentindo dores e que está há um ano e meio sem férias, pois veio de Portugal no fim da temporada de lá e logo estreou como titular. “A gente até esquece a dor. Agora é voltar em janeiro 100%. Um grupo desse tão unido não tinha como não ser campeão”, disse o artilheiro da equipe, com doze gols. Se Liédson conquistou seu primeiro título brasileiro, o também atacante Emerson tornou-se tricampeão em sequência, por três times diferentes, já que esteve nos elencos de Flamengo e Fluminense nos dois últimos anos. Emerson ostentava um pingente com a taça do Campeonato Brasileiro e um número 3 em sua base. “Ter o privilégio de ser o único é sem preço”, disse ele, que mandou fazer a joia há dois meses. “Acreditava muito, tinha certeza, o grupo merecia.” (Com Agência Estado)

Publicidade