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EI obriga criança a arrancar símbolo do Real Madrid de uniforme

Grupo extremista proibiu a população de utilizar camisas de clubes e marcas ocidentais em seus territórios

Por da redação Atualizado em 31 out 2016, 10h22 - Publicado em 31 out 2016, 10h18

Há cerca de um mês, o grupo extremista Estado Islâmico espalhou cartazes para anunciar a proibição do uso de uniformes de equipes europeias em seus territórios. Na semana passada, uma criança iraquiana foi flagrada cometendo a “infração” e teve sua roupa favorita, uma camisa azul do Real Madrid, “mutilada”. Os terroristas arrancaram o símbolo da equipe espanhola da camisa do garoto Ismail, que contou sua história ao fotógrafo Ahmed Jadallah, da agência de notícias Reuters.

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Ismail vive em uma região controlada pelo EI chamada Jarbuah, próximo a Mosul, e em 28 de outubro conseguiu fugir até um acampamento do Exército Livre Curdo – grupo que vive em áreas do Iraque, da Síria e da Turquia e combatem a expansão territorial do EI. Curiosamente, os terroristas arrancaram apenas o símbolo do Real Madrid e mantiveram o logo do Milan, no agasalho de Ismail.

Garoto que escapou do grupo extremista Estado Islâmico é obrigado a retirar símbolo do clube espanhol Real Madrid da camisa - 28/10/2016
Terroristas arrancaram logo do Real Madrid Ahmed Jadallah/Reuters

Em setembro, o grupo extremista divulgou que puniria com 80 chibatadas quem vestisse roupas de marcas e clubes ocidentais, o que representaria um “desrespeito à ordem”. No cartaz, apareciam em destaque os logos de Nike, Adidas, Real Madrid, Barcelona, Milan, além de bandeiras de Estados Unidos, França e Inglaterra.

Em maio, terroristas invadiram a sede de um fã-clube do Real Madrid e mataram ao menos 16 torcedores na cidade de Balad, próxima à capital iraquiana Bagdá. Na ocasião, o clube espanhol divulgou uma nota de repúdio ao Estado Islâmico e prestou solidariedade aos torcedores iraquianos do time.

Cartaz espalhado pelo EU anuncia à proibição de camisas de futebol na Síria
Cartaz espalhado pelo EI anuncia à proibição de camisas de futebol na Síria Memri/Reprodução
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