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Corinthians promete procurar City para trazer Tevez por empréstimo

Por Da Redação - 3 jan 2012, 19h18

O presidente em exercício do Corinthians, Roberto de Andrade, avisa que vai procurar o Manchester City nos próximos dias. Mas não será com uma oferta de 40 milhões de euros (cerca de R$ 90 milhões) como fez o então mandatário Andrés Sanchez por Carlitos Tevez em julho. A ideia, agora, é contratar o atacante por empréstimo.

‘Neste mês, vamos entrar em contato com o Manchester. Não é nem uma negociação, mas para saber se a vontade é liberá-lo em definitivo ou empréstimo. Nossa vontade é que ele seja liberado por empréstimo’, falou o dirigente ao Sportv.

A mudança na proposta é pela nova situação vivida pelo argentino. O ídolo do Corinthians campeão brasileiro em 2005 se recusou a deixar o banco de reservas em 27 de setembro na derrota por 2 a 0 para o Bayern de Munique, na Alemanha, pela Liga dos Campeões. O técnico Roberto Mancini chegou a pôr fim à trajetória de Tevez no Manchester City. Por isso, o Timão aponta desvalorização em relação ao jogador.

‘O grande errado foi o Manchester de não ter aceitado [a proposta de 40 milhões de euros do Corinthians em julho]. Eles que perderam o bonde da história porque hoje não conseguem apurar metade do que foi oferecido’, apontou Roberto de Andrade.

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De acordo com a imprensa europeia, o Milan e o Paris Saint-Germain querem o atacante e estariam dispostos a pagar até 23 milhões de euros (aproximadamente R$ 55 milhões). Diante do valor, a aposta corintiana está na vontade de Tevez em ficar mais próximo de seu país.

‘São grandes clubes da Europa, mas já o ouvi dizendo que não gostaria de permanecer no futebol europeu. E São Paulo é mais próximo de Buenos Aires, ele ficaria mais perto de casa, da família’, argumentou Roberto de Andrade.

Por outro lado, a declaração de Tevez em querer jogar a Libertadores de 2012 pelo Boca Juniors, clube de seu coração e no qual se formou, é minimizada. ‘Se o Boca não tiver condições de trazê-lo, não adianta ele falar. Eu também queria ser presidente do Brasil, mas tenho condições? Não. Então preciso me manter onde estou’, indicou.

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