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Borges não espera facilidade diante do Kashiwa: ‘Meio a zero é goleada’

Por Da Redação 13 dez 2011, 07h39

Apesar de admitirem o favoritismo, os jogadores do Santos não se cansam de salientar que o japonês Kashiwa Reysol, adversário da semifinal do Mundial de Clubes, é perigoso e merece respeito. O artilheiro Borges garante até que não está tão preocupado em deixar sua marca.

‘Meio a zero é goleada. Eu quero é ganhar, independente de quem faça gol’, avisou o camisa 9, que chega ao Japão credenciado como artilheiro do último Campeonato Brasileiro, com 23 gols.

O atacante, a exemplo do capitão Edu Dracena, utilizou a classificação da equipe asiática à semifinal para dizer que é preciso ter atenção redobrada para evitar surpresas. Tem sido assim em todas as entrevistas dos atletas do Peixe, que têm evitado declarações que possam ser entendidas como provocativas pelos rivais.

‘Tem que respeitar bastante. Acredito que 80% ou 90% das pessoas acreditavam que o Monterrey passaria de uma forma fácil pelo Kashiwa e não foi o que aconteceu. Ano passado também teve um exemplo bem claro disso, que foi o Mazembe ganhando do Internacional’, acrescentou Borges. ‘Temos que correr muito dentro do campo, fazer por merecer a vaga’.

O time alvinegro enfrenta os japoneses nesta quarta-feira, às 8h30 (de Brasília), em Toyota. Quem passar para a decisão aguarda o vencedor do confronto entre o espanhol Barcelona e o Al Sadd, do Catar, que se enfrentam na quinta.

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