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Belo Horizonte enfrenta outra greve nas obras para a Copa

Trabalhadores querem salário de 4% maior e pagamento 100% das horas extras

Por Da Redação 5 jul 2011, 17h48

Depois da paralisação de três dias na reforma do Mineirão, outra obra da Copa de 2014 em Belo Horizonte enfrenta problemas de greve dos trabalhadores. Cerca de 180 trabalhadores envolvidos na implantação do sistema re transporte de ônibus nas avenidas Antônio Carlos e Pedro I, na região da Pampulha, na capital mineira, iniciaram uma paralisação na segunda-feira. Nesta terça, em assembléia, eles decidiram manter a greve por tempo indeterminado.

“Foi mantida a greve. Não recebemos proposta e estamos aguardando a manifestação das empresas”, disse Osmir Venuto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Construção Civil de Belo Horizonte e Região (Sticbh). A obra de implantação do BRT é uma das oito intervenções que estão previstas na capital mineira para enfrentar o gargalo da mobilidade urbana. Ao todo, de acordo com o Comitê Executivo Municipal da Copa do Mundo, estão programados investimentos de mais de 1 bilhão no conjunto de obras, necessárias para melhorar o fluxo de trânsito e o transporte dos torcedores durante o Mundial de 2014. Os operários da obras nas avenidas querem receber os mesmos beneficios obtidos pelos empregados que fazem a reforma do Mineirão: aumento de salário de 4%, pagamento de 100% das horas extras, cesta básica de 30 quilos e participação nos lucros. O consórcio responsável pela obra, formado pelas construtoras Cowan e Delta, criou uma comissão interna para avaliar a greve e ainda estudava nesta terça uma proposta para apresentar ao sindicato. “Estamos estudando todas essas reivindicações que nos foram apresentadas para saber que solução poderemos oferecer”, disse Kenner de Oliveira, gerente administrativo da Cowan. Segundo ele, a greve deflagrada na segunda-feira não causou surpresa. “Aconteceu no Mineirão e a gente tinha receio que acontecesse aqui… Mas faz parte”, resignou-se. (Com Agência Estado)

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