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Antes de ‘virar Santo’, Marcos estudou contabilidade e foi segurança de boate

Por Da Redação 5 jan 2012, 07h14

A incerteza do futuro no futebol fez Marcos Roberto Silveira Reis apostar no serviço em outras áreas quando era adolescente. Antes de se consagrar como São Marcos do Palmeiras, o agora ex-goleiro se aventurou como segurança de boate e até iniciou o estudo de contabilidade.

‘Foi por pouco que ele não se tornou um técnico em contabilidade. Naquela época, havia a obrigatoriedade de todos os atletas das categorias de base (do Lençoense) de frequentarem a escola. E o Marcos iniciou o curso, mas, felizmente, por conta da ida ao Palmeiras, foi obrigado a trancar’, recorda o advogado Glauco Temer Feres, que era ponta-esquerda da equipe do interior no início da década de 1990.

As aulas em Lençóis Paulista foram apenas uma das tentativas de Marcos de garantir seu futuro. Antes do curso, quando ainda morava em Oriente, o ex-goleiro desempenhou a função de segurança em uma casa noturna, o que gerou brincadeiras de seus amigos.

Evaldo Gomes Teixeira, o Tom, também era goleiro do Lençoense e foi convidado pelo amigo a passar um fim de semana prolongado em Oriente. Durante o passeio, Marcos contou suas aventuras na tentativa de garantir a tranquilidade dos frequentadores da festa noturna.

‘Achei engraçado quando ele me disse que foi segurança e até mostrou a boate (risos). Acho que Oriente tinha 5 mil habitantes na época, e o público da boate era de 30 pessoas, nem precisava de segurança’, provoca Tom, com bom humor, em conversa com a reportagem da GE.Net.

Mas as aventuras em outras atividades acabaram no início de 1992, quando o Lençoense acertou a transferência de Marcos e outros quatro jogadores (Itamar, Tom, Beto e André) para o Palmeiras.

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