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Adalberto rechaça saída de Lucas e diz ser ‘impossível’ Kaká voltar

A proposta da Inter de Milão, que aceitaria pagar 18 milhões de euros (cerca de R$ 45 milhões) ao São Paulo para contratar o meia-atacante Lucas, veiculada nesta quinta-feira pelo jornal ‘Gazzetta Dello Sport ‘não animou a diretoria são-paulina. Com o desejo de manter o jogador no time do Morumbi, o diretor de futebol, Adalberto Baptista afirmou que para liberar o camisa 7, o clube que abordar o Tricolor deverá pagar a multa rescisória do contrato com o atleta.

‘Não temos interesse nenhum em liberar o Lucas, que já falou também não ter a mínima vontade de deixar o São Paulo. Se for falar em algo . Acho que a Inter não faria uma proposta tão baixa’, disse Adalberto, em entrevista para a rádio ‘Estadão/ESPN’.

A oferta do time italiano é menor do que aquela que o presidente Juvenal Juvêncio disse também ter recusado por Lucas. O interessado à época era o Chelsea, clube o qual, segundo o mandatário, ofertou 40 milhões de euros (cerca de R$ 100 milhões) pelo jogador que está com a Seleção Brasileira na disputa de jogos amistosos. A multa rescisória do camisa 7 é avaliada em 80 milhões de euros (próximo de R$ 200 milhões).

O meia Kaká, revelado pelo São Paulo e com seu ciclo no Real Madrid próximo do fim, foi um nome especulado como possível alvo da equipe paulista. A ideia cresceu especialmente após o encontro do atleta na última semana com Marco Aurélio Cunha, ex-dirigente do clube, que negou ter tentado viabilizar uma negociação.

Contratado em 2009 pelo clube espanhol por 65 milhões de euros, o meia sofreu com lesões e não conseguiu demonstrar o bom futebol da época no Milan, onde Kaká chegou a ser eleito o melhor jogador do mundo. Ainda assim, o brasileiro deve continuar na Europa já que ainda possui mercado no Velho Continente.

‘O Kaká tem um mercado fantástico na Europa, o Paris Saint-Germain cogita fazer um grande investimento para contratá-lo, além de outras equipes. Isso está completamente fora da nossa realidade. Não tem como fazer essa loucura, temos uma responsabilidade financeira. É algo impossível hoje no mercado brasileiro’, encerrou.