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Seis boas comédias indicadas ao Emmy 2018 pra maratonar

Tem série para todos os gostos: sobre luta livre, o universo musical e até a vida após a morte

Por Redação - Atualizado em 16 ago 2018, 11h18 - Publicado em 16 ago 2018, 08h14

O Emmy 2018 acontecerá no dia 17 de setembro. VEJA selecionou seis das séries cômicas mais interessantes do momento para ficar de olho que foram indicadas para a premiação. Confira:

 

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Black-ish

Sinopse: Uma família negra de classe média alta americana lida com os pequenos problemas do dia a dia, mas também com grandes questões da sociedade, em especial o racismo.

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Por que vale a pena: Sem esquecer jamais que é uma comédia e que, portanto, deve ser mais leve e fazer o público rir, a série não é mero entretenimento. As piadas estão ali – e são, de fato, engraçadas –, mas a produção não deixa de tratar os personagens como pessoas reais que enfrentam dificuldades reais. Racismo, divórcio, conflitos familiares e depressão pós-parto são alguns dos temas abordados.

Concorre a: Melhor série cômica, atriz em comédia (Tracee Elis Ross), ator em comédia (Anthony Anderson) e atriz convidada em comédia (Wanda Sykes).

Como ver: A série é exibida diariamente, às 16h30, pelo Canal Sony. Também está disponível no serviço de streaming Crackle.

 

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Glow

Sinopse: Um grupo de mulheres de variadas etnias, idades, tipos físicos e histórias de vida são escaladas para fazer um programa de TV de luta livre nos anos 1980.

Por que vale a pena: São tantas personagens que a história nunca fica chata – sempre há algo acontecendo com uma delas, apesar de o enredo se concentrar principalmente nas amigas e rivais Ruth (Alison Brie) e Debbie (Betty Gilpin) e no diretor Sam Sylvia (Marc Maron). Há espaço para falar de aborto, traição, divórcio, racismo, amizade e família. A ambientação nos anos 1980 proporciona caracterizações divertidas e os personagens da série fictícia sobre luta livre fazem graça com os estereótipos, ao mesmo tempo em que os rejeitam.

Concorre a: Melhor série cômica, atriz coadjuvante em comédia (Betty Gilpin), direção de comédia, escolha de elenco de comédia, coordenação de dublê em comédia, fotografia em série de câmera única.

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Como ver: Na Netflix.

 

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The Marvelous Mrs. Maisel

Sinopse: Na Nova York do final da década de 1950, uma mulher divorciada se lança no universo do stand up comedy.

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Por que vale a pena: Traz um frescor ao mostrar como uma típica dona de casa do século passado usa de seu talento natural para a comédia para se jogar em um trabalho completamente novo, dominado por homens, sem glamour algum e quase sempre mal remunerado. É dos mesmos criadores e tem um humor muito parecido com o de Gilmore Girls, que terminou em 2007 e teve um revival na Netflix em 2016.

Concorre a: Melhor série cômica, atriz em comédia (Rachel Brosnahan), atriz convidada em comédia (Jane Lynch), atriz coadjuvante em comédia (Alex Borstein), direção de comédia, ator coadjuvante em comédia (Tony Shalhoub), roteiro de comédia, escolha de elenco de comédia, fotografia em série de câmera única.

Como ver: Na Amazon Prime Video, serviço de streaming da gigante do varejo.

Atlanta

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Sinopse: Um estudante que largou uma grande universidade americana começa a ajudar um primo a conquistar o sucesso fazendo rap em Atlanta.

Por que vale a pena: Criada e protagonizada por Donald Glover, o nome do momento, a série navega pela sátira e pela comédia absurda com muita naturalidade – Justin Bieber é negro no seriado e um dos episódios imita a transmissão de um talk show, com comerciais e tudo. Tem sacadas extremamente inteligentes e carrega referências de todo tipo de coisa, da história dos negros americanos à cultura pop, passando por música, cinema e TV.

Concorre a: Melhor série cômica, ator em comédia (Donald Glover), ator convidado em comédia (Katt Williams), ator coadjuvante em comédia (Brian Tyree Henry), atriz coadjuvante em comédia (Zazie Beetz), direção de comédia, roteiro de comédia, escolha de elenco de comédia, fotografia em série de câmera única, mixagem de som.

Como ver: No Fox Premium, serviço de streaming da Fox. A primeira temporada da série também está disponível na Netflix.

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The Good Place

Sinopse: Uma mulher morre e acorda no “lugar bom” – uma espécie de paraíso –, mas logo descobre que foi parar lá por engano. Afinal, ela era uma pessoa horrível quando viva.

Por que vale a pena: Pelas reviravoltas, originalidade e pelas trapalhadas e maldades da protagonista, Eleanor (Kristen Bell), antes e depois de morrer. Além disso, dá até para aprender um pouco sobre a história da filosofia e da ética nas aulas que Chidi (William Jackson Harper) dá à moça, na tentativa de fazer com que ela se torne uma boa pessoa realmente e mereça estar no paraíso. O elenco, formado tanto por novos rostos quanto por atores bastante conhecidos, como Ted Danson, indicado ao Emmy, é afinado.

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Concorre a: Melhor ator em comédia (Ted Danson) e atriz convidada em comédia (Maya Rudolph).

Como ver: Na Netflix.

 

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Grace and Frankie

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Sinopse: Duas mulheres septuagenárias precisam refazer a vida depois que seus maridos as abandonam, revelando que são gays e que pretendem se casar.

Por que vale a pena: Traz uma abordagem sensível e inovadora de uma faixa etária pouco explorada na televisão e no cinema. Com mais de 70 anos, as protagonistas têm, sim, medo e insegurança pelas dificuldades que o envelhecimento traz, mas também mostram que ainda dá para viver com qualidade e buscar a felicidade – montando, até, uma empresa de vibradores para senhoras em idade avançada, o que rende cenas hilárias.

Concorre a: Melhor atriz em comédia (Lily Tomlin).

Como ver: Na Netflix.

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