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Saiba quem JK Rowling mais lamenta ter matado em ‘Harry Potter’

Nada de Dumbledore. Escritora lamenta ter dado um fim a Florean Fortescue, o proprietário da Sorveteria Florean Fortescue, do Beco Diagonal, em 'Prisoneiro de Azkaban'

A saga do menino bruxo Harry Potter já teve o seu ponto final. Mas não para a sua criadora, JK Rowling, que vive relembrando, remexendo e até resgatando o universo do personagem em textos como os 12 contos de Natal que ela publica desde a última sexta-feira no site Pottermore. Foi também ali que a escritora britânica escreveu sobre o personagem que mais lamenta ter “matado” na série. E não foi Dumbledore, o diretor de Hogwarts que deu muita força a Harry Potter. Foi uma figura bem menor: Florean Fortescue, o proprietário da Sorveteria Florean Fortescue, do Beco Diagonal, finado em Prisoneiro de Azkaban.

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“Eu inicialmente criei em Florean Fortescue para, através dele, fornecer a Harry as pistas para as Relíquias da Morte, que ele precisava buscar”, escreveu JK. “O problema é que, quando eu finalmente parei para escrever o livro sobre as relíquias, percebi que Phineas Nigellus Black era um canal melhor para fornecer as pistas. Portanto, matei Florean Fortescue sem ter um bom motivo. Ele não foi o primeiro a morrer por saber demais, mas aquele que me faz sentir pior, porque foi tudo culpa minha.”

A saga literária de Harry Potter foi traduzida para 73 idiomas e vendeu mais de 450 milhões de livros em mais de 200 países. Após seu arrasador sucesso com o personagem do mago, Rowling publicou um romance para adultos, Morte Súbita, e dois livros de uma série policial que assina sob o pseudônimo de Robert Galbraith: O Chamado do Cuco e O Bicho da Seda, ambos publicados no Brasil pela Rocco.