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Imperatriz Leopoldinense: desfile solto e leve melhora até samba fraco

Componentes demonstraram prazer em contar a história do dinheiro

Por Fernando Molica e Leandro Resende, do Rio de Janeiro - 4 mar 2019, 05h55

A Imperatriz Leopoldinense entrou na Marquês de Sapucaí na madrugada desta segunda-feira, 4, primeiro dia dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, com um samba fraco e um enredo bom e simples. Deu certo.

Os componentes demonstraram prazer em contar a história do dinheiro, enredo apoiado em boas alegorias e em fantasias que não precisavam de legendas ou de consulta ao roteiro do desfile para que fossem entendidas.

A escola ainda teve a boa sacada de usar a velha guarda para ilustrar o valor da tradição.

O desfile foi solto, leve – até o samba melhorou.

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Dispersão

O carro abre alas da Imperatriz teve problemas ao manobrar na dispersão. A alegoria precisou ser dividida em duas e a coroa da escola chegou a soltar fumaça. Componentes precisaram correr para tirá-la da Sapucaí.

O carro abre alas da Imperatriz teve problemas ao manobrar na dispersão. //VEJA
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