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Sisu registra 1,2 milhão de inscrições em 18 horas

Há 108 mil vagas oferecidas por 95 instituições públicas de ensino superior; prazo para concorrer a uma vaga termina às 23h59 de quinta-feira

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação recebeu, até às 18 horas deste sábado, 1,2 milhão de inscrições. No total, são 108.552 vagas oferecidas por 95 instituições públicas de ensino superior.

Desde a meia-noite, 415.170 estudantes se candidataram. O prazo para concorrer a uma vaga termina às 23h59 da próxima quinta-feira, 12. As inscrições devem ser feitas na página do SiSU da internet. Podem se inscrever participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2011 com nota diferente de zero na redação.

Confira todas as vagas oferecidas pelo SiSU

Opções – O estado com maior número de inscrições foi o Rio de Janeiro, com 136.297, seguido por Minas Gerais com 90.443, São Paulo com 77.447, e Rio Grande do Sul, com 50.069. O candidato pode fazer até duas opções de cursos, nas respectivas instituições.

Para inscrever-se o candidato deve acessar o sistema do Sisu no portal do programa. O candidato deverá informar o número da inscrição e a senha usados no Enem de 2011. Caso não se recorde de sua senha, poderá recuperá-la na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Turbulências – Em 2011, os candidatos enfrentaram lentidão na hora de realizar a inscrição no SiSU. Devido ao grande volume de acessos, o site do MEC permaneceu instável durante os primeiros dias de funcionamento, Por isso, foram proibidas as inscrições no período da madrugada, quando o sistema passava por manutenção.

Neste ano, a turbulência é causada pela insatisfação de estudantes com a correção do Enem. Desde a divulgação dos resultados, em 21 de dezembro, muitos participantes vêm contestando as notas anunciadas pelo MEC. Alguns recorreram à Justiça – com sucesso.

Em São Paulo, um participante cuja redação havia sido anulada teve a situação revista. Com a nova correção, a nota subiu para 880 pontos. No Rio de Janeiro, outros três estudantes conseguiram, na Justiça, o direito de ter acesso à correção de suas redações. Até o momento, contudo, a nota deles não foi alterada pelo MEC.

(Com Agência Estado)