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Bovespa se descola do exterior e tem 5ª alta seguida

Por Da Redação
5 jul 2012, 17h36

Por Alessandra Taraborelli

São Paulo – A Bovespa se descolou de seus pares no exterior e conseguiu registrar a quinta alta seguida, na maior pontuação desde junho. O movimento é atribuído ao avanço das principais blue chips – Vale e Petrobras. As decisões de política monetária anunciadas na Europa e na China, mesmo parecendo não ter convencido o exterior, foram positivas para a Bolsa.

Nesta quarta-feira o Ibovespa encerrou com valorização de 0,54%, aos 56.379,06 pontos – a maior pontuação desde 20 de junho (57.166,55 pontos). Nos cinco dias de alta, a Bolsa acumula ganho de 7,07%. No mês, o avanço é de 3,73%. No ano, no entanto, o índice ainda registra queda de 0,66%. Na mínima, a Bolsa atingiu 55.828 pontos (-0,44%) e, na máxima, 56.943 pontos (+1,54%). O giro financeiro ficou em R$ 6,368 bilhões.

As ações da Petrobras fecharam com valorização de 3,78% a ON e 3,43% a PN. Os motivos para a performance foram de rumores de um possível novo aumento do combustível a uma reavaliação do discurso da presidente da estatal, Maria das Graças Foster. No caso do reajuste, um experiente profissional considera descartada esta hipótese. “Quando a Petrobras anunciou o novo aumento do combustível, o governo, na sequência, reduziu a Cide para evitar o repasse ao consumidor. Acho pouco provável que haja um novo aumento”, disse.

No caso de Vale, as ações foram beneficiadas com a possibilidade de crescimento econômico na China, o que levaria ao aumento do consumo de minério de ferro. A percepção se deu após o Banco do Povo da China (PBOC, o banco central do país) anunciar uma segunda redução da taxa de juro do país. A taxa de referência para empréstimos de um ano será reduzida em 0,31 ponto porcentual, para 6,0%, e a taxa de referência para depósitos de um ano em 0,25 ponto porcentual, para 3,0%.

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Já OGX, que no melhor momento do dia chegou a ser vendida a R$ 6,57 e ajudou a sustentar o Ibovespa na maior parte do dia, não se manteve no azul até o final e terminou o dia na mínima, a R$ 6,13 (-2,39%).

De volta ao exterior, mais três bancos centrais promoveram ações de política monetária, o Banco Central Europeu (BCE), o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) e o Banco Central da Dinamarca (Nationalbanken). A notícia, no entanto, não ajudou as bolsas na Europa nem nos EUA que fecharam, em sua maioria, em queda.

“O mais otimista vai ver a redução dos juros como uma oportunidade de crescimento da economia. Já o pessimista vai pensar que a coisa é pior do que se imaginava. No caso daqui, o investidor preferiu o cenário mais otimista”, disse outro profissional.

Em Nova York, o índice Dow Jones fechou com queda de 0,36% o S&P 500 caiu 0,47% e o Nasdaq ficou estável (+0,00%).

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