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Senado aprova luto oficial no Congresso pela morte de João Gilberto

Requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), aprovado por unanimidade, decreta três dias de luto no poder Legislativo nacional

Por Da Redação 10 jul 2019, 03h17

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, 9, requerimento para decretar luto oficial nos próximos três dias, no Congresso Nacional, por causa da morte do cantor e compositor João Gilberto, um dos criadores da bossa nova.

Um requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi aprovado simbolicamente no plenário. Ele destacou que o presidente Jair Bolsonaro não decretou luto oficial no País ao não fazer a solicitação ao presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

João Gilberto morreu em sua casa, no Rio de Janeiro, no último sábado 6. O cantor estava com 88 anos de idade e sofria com problemas de saúde há algum tempo. A causa da morte, no entanto, não foi divulgada. Em entrevista ao Fantástico, sua filha, Bebel Gilberto disse acreditar que foram “causas naturais”.

Pai da Bossa Nova

João Gilberto nasceu em Juazeiro, na Bahia, em 10 de junho de 1931. Aos 16 anos de idade, abandonou os estudos para se dedicar à música após se mudar para Salvador. Anos depois, no Rio de Janeiro, criou a batida característica da Bossa Nova. Logo no início, não conseguiu sucesso, mas depois de se dedicar ao estudo da harmonia da música encantou importantes compositores e produtores musicais da época.

Ao perceber seu talento, Tom Jobim apresentou a João a música que havia composto com Vinicius de Moraes. Chega de Saudade marcou para sempre a carreira do músico e compositor. O álbum de mesmo nome marcou o início da Bossa Nova em 1959. Entre suas muitas canções, que marcam seu legado na música brasileira, destacam-se Desafinado, Garota de Ipanema, Rosa Morena, Corcovado e Aquarela do Brasil.

(Com Estadão Conteúdo)

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