Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia

Paloma Bernardi: ser chamada de ‘nojenta’ na rua é elogio

"É sinal do reconhecimento do trabalho", diz atriz da novela Salve Jorge

Por Juliana Linhares. Com Mariana Amaro e Marília Leoni 26 jan 2013, 09h06

Ser chamada de “nojenta” na rua virou elogio para PALOMA BERNARDI, 27, a prostituta esperta de Salve Jorge, que entrega os segredos das outras, bobinhas, para se dar bem. “É sinal do reconhecimento do trabalho”, orgulha-se ela, que também carrega outros sinais: marcas roxas espalhadas pelo corpo todo, produto das costumeiras cenas de briga. Os olhos verdes e o arzinho de Sophia Loren jovem vêm dos avós italianos. A barriga desenhada foi conquistada com esforço próprio, em muitas aulas de dança. “Claudia Raia sugeriu que eu não ficasse tão ereta, como sou na vida normal, e, sim, curvada, já que sou uma vítima”, diz Paloma, eretíssima de cinto de castidade, quer dizer, shortinho com tachas, na capa da revista NOVA.

Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no IBA, no tablet ou nas bancas

Outros destaques de VEJA desta semana

Publicidade