Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Mãe biológica da filha de Jolie faz apelo para falar com a garota

Quando a atriz adotou Zahara, em 2005, acreditava que a garota era órfã

Por Da redação
Atualizado em 19 jan 2017, 18h24 - Publicado em 19 jan 2017, 11h24

A mãe biológica de Zahara, filha etíope adotada por Angelina Jolie, fez um apelo à estrela para tentar conversar com a garota. “Por favor, deixe-me falar com minha filha”, disse Mentewab Dawit Lebiso ao jornal Daily Mail. Zahara foi adotada aos seis meses de idade, e agora tem 12 anos.

Mentewab, que ainda vive na Etiópia, diz que sonha em um dia conhecer a menina, mas que se contentaria com a chance de simplesmente ouvir sua voz. “Eu só quero que ela saiba que estou viva . Eu não quero que minha filha volte, mas apenas estar em contato e ser capaz de conversar com ela”, disse.

Ela admite que Jolie e Pitt deram a sua filha tudo o que ela poderia desejar. “Angelina é mais mãe para ela do que eu jamais poderei ser. Ela está ao lado dela desde que era um bebê, mas isso não significa que eu não sinta sua falta. Sinto o tempo todo. Eu penso nela todos os dias e há muito tempo quero ouvir sua voz ou ver seu rosto. Eu sei quando é o aniversário dela e fico triste por não poder comemorar”, acrescenta.

Continua após a publicidade

O Daily Mail encontrou Mentewab em uma cidade no centro da Etiópia, longe da capital Addis Abeba. A mulher de 31 anos não teve contato com Zahara desde que foi levada para os Estados Unidos por Jolie, em 2005, com a ajuda da ONG Wide Horizons For Children. Mentewab falou à publicação britânica que não recebeu um cartão ou uma carta de Jolie nos últimos 12 anos. Os filhos adotivos  têm o direito de tentar rastrear os pais biológicos quando atingirem a idade de 18 anos.

Ela também afirma que não recebeu ajuda financeira do casal que adotou sua filha. “Nenhum dinheiro nunca foi oferecido e isso não me preocupa nem me decepciona”, disse. De acordo com o Daily Mail, Jolie foi informada que Zahara ficara órfã, e que seus pais teriam sido vítimas de Aids. Ela não tinha ideia de que Mentewab estava viva até 2007, quando a mulher deu sua primeira entrevista.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.