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Família de Wando pode fazer exposição de calcinhas

Ídolo da música brega brasileira morreu no dia 8 de fevereiro, deixando uma coleção de 17.000 calcinhas doadas por fãs ao longo de 42 anos de carreira

Por Raissa Pascoal 11 abr 2012, 16h07

A coleção de 17.000 calcinhas de Wando, formada ao longo de 42 anos de carreira a partir da doação de fãs, pode ganhar espaço em um museu dedicado ao cantor. Segundo a viúva Renata Costa Lana e Souza, a família ainda não decidiu o que fazer com os artigos ligados a Wando, mas já estuda abrir um local de exposição. “Precisaríamos da ajuda de uma equipe”, diz.

Ícone da música brega brasileira, o cantor morreu no dia 8 de fevereiro, aos 66 anos, em Minas Gerais, vítima de problemas no coração. Ele foi internado alguns dias antes de morrer e chegou a ser submetido a uma angioplastia coronária e a uma traqueostomia.

O velório foi realizado em Belo Horizonte. Apesar de a família ter pedido privacidade, não se impediu que fãs deixassem maçãs e calcinhas para Wando. No entanto, quando seu amigo de longa data, o também cantor Agnaldo Timóteo, tentou alcançar o microfone e fazer sua homenagem, foi vetado pela filha de Wando, Gabrielle Burcci. “Eles estão bravos comigo porque eu falei no programa da Sônia Abrão que Wando gostava de uísque”, justificou Timóteo ao site de VEJA.

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