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Conrad Murray ameaça família Jackson em gravação

Em recado deixado na secretária eletrônica de um amigo, o médico, condenado pela morte do cantor, diz saber de algo que pode pôr fim ao processo

Por Da Redação 24 jul 2013, 12h19

O médico Conrad Murray, principal acusado pela morte do cantor Michael Jackson, em junho de 2009, voltou a ameaçar a família de Michael Jackson. Em gravação deixada na secretária eletrônica de um amigo, revelada nesta quarta-feira pelo site TMZ, o médico afirma que tem argumentos de dimensões “nucleares” para colocar um ponto final definitivo no processo da família Jackson contra a produtora AEG, que estava promovendo a série de shows que o cantor faria em Londres e que não chegaram a acontecer. A família alega que a produtora foi responsável por contratar o médico, condenado pelo homicídio culposo de Jackson, e forçá-lo a voltar aos palcos, mesmo sabendo que ele não tinha condições.

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Na gravação, Murray diz estar “preparado para soltar uma bomba nuclear” durante o processo caso seja forçado a testemunhar. “Por favor, parem. Senão, deixe isso ser meu aviso final para ambos os lados. Não me incitem a testemunhar. Considerem isso como um aviso nuclear iminente”, diz o médico.

Essa não foi a primeira ameaça de Murray ao longo do processo. No dia 3 de abril, também em uma gravação de secretária eletrônica, o médico pediu para não testemunhar, pois um dos lados – AEG ou a família Jackson — iria sofrer consequências catastróficas. Mesmo assim, ele está intimado a depor no julgamento. A família Jackson pede indenização de 40 bilhões de dólares da produtora AEG.

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